| pagina seguinte |
| poesia |
| cronicas |
| contos |
| cultura |
| educação |
| agenda cultural |
| humor |
| ambiente |
| solidariedade |
| assuntos europeus |
| ciência |
| tecnologia |
| colunas/empresa |
| biografias |
EDIÇAO NºLV
, IV NUMERO DE JANEIRO DE 2010 -
COMENTARIOS
Lançada a Revista DAGON
Numa aposta na área do Fantástico, a Edita-Me em parceria com Roberto Mendes do Correio do Fantástico, lança a revista Dagon. Uma revista com periodicidade trimestral, que se assume como um projecto global por todas as áreas abrangidas, que vão desde o conto, passando pela crítica, cinema, ilustração e artigos de opinião.
Tudo isto, conjugando a presença
de figuras de renome internacional, de diversas nacionalidades e de reconhecido
valor, com autores nacionais (tanto conhecidos, como emergentes),
conseguindo-lhes desta forma alguma notoriedade, mas tudo de uma forma
absolutamente livre de preconceitos, sem tabus, onde não existem fórmulas pré
definidas, nem vencedores à partida.
Neste primeiro número, contamos com a participação dos autores Carla Ribeiro,
João Barreiros, Luis Filipe Silva e o israelita Nir Yaniv. Um artigo do
mundialmente conhecido crítico Larry Nolen sobre o estado da ficção científica
internacional; um artigo de Pedro Ventura sobre o significado de ser escritor em
Portugal; uma entrevista a Lavie Tidhar (editor da Antologia internacional «The
Apex Book of World SF») e um artigo sobre o Festival Stiges do crítico de cinema
Luis Canau.
Contamos ainda neste primeiro número, com a participação especial de Miguel
Ministro, ilustrador responsável pela capa da revista - inspirada no conto de
Luis Filipe Silva - que nos brinda com uma mostra do seu trabalho de excepcional
qualidade.
O Número zero da Revista DAGON tem esta capa e pode ser consultado carregando aqui ou na foto.(nota: pdf file)
A revista consiste mais num
desafio do que numa afirmação. Um desafio à leitura, à descoberta de novos
autores, novos contos, novos artigos, novas imagens e à redescoberta do melhor
que se tem feito em Portugal no género…
Assim, a Dagon constitui para a Edita-Me um ponto de partida. Um ponto de
partida para o universo do fantástico, onde a par desta aposta, cria e apresenta
a «Colecção Yggdrasil», ao abrigo da qual editará obras ligadas a esta área,
para a qual existem tantos e tão bons produtores
nacionais.

Show de Jô Soares em Lisboa
Neste espetáculo que ficará em cartaz de 29 de janeiro a 7 de fevereiro, no Teatro Villaret, em Lisboa, Jô declama poemas de Fernando Pessoa. Neste monólogo, interpreta poemas de Pessoa e seus heterônimos, alguns deles com sotaque português. O humorista, de 71 anos, estreou o espetáculo em 2007 em São Paulo, quando lançou um CD com declamação de 12 poemas, a maioria de Alvaro de Campos.
«Pessoa não fala do que está fora das pessoas, mas do ser humano. E as angústias são as mesmas», afirmou Jô naquela época. Dos heterônimos, o humorista escolheu Alvaro de Campos, porque é o que tem «mais humor, em que Pessoa é mais cínico». «Eu me identifico mais com eles. É o meu xodó», disse o comediante, na oportunidade.
O CD que Jô editou inclui poemas como «Sou Eu», «Liberdade», «O menino da sua
mãe», «aniversário», «Ao volante do Chevrolet» e «Autopsicografia».
O espetáculo conta com direção de Bete Coelho e embalado por músicas escolhidas
e executadas por Billy Forghieri em diversos ritmos, como hip hop, rock, jazz e
valsa.
Fernando Pessoa / O Menino da Sua Mãe
No plaino abandonado
Que a morta brisa aquece,
De balas traspassado
- Duas, de lado a lado -,
Jaz morto, e arrefece.
Tão jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino da sua mãe».
(Incompleto, para ver todo o poema carregue aqui)