pagina seguinte
 
poesia
 
cronicas
 
contos
 
cultura
 
educação
 
agenda cultural
 
humor
 
ambiente
 
solidariedade
 
assuntos europeus
 
ciência
 
tecnologia
 
colunas/empresa
 
biografias
 
 
 

EDIÇAO NºLV , IV NUMERO  DE JANEIRO DE 2010 - COMENTARIOS

Agenda de EventosEmail BlogMotor de BuscaNewsletter AVALIE-NOSLivro de Visitas Anuncios Gratis Homepage Album FotosRadio Autores



Este Jornal aceita todas as colaborações que nos queiram enviar e compromete-se a dar resposta sobre as mesmas em tempo útil.
Procura No RAIZONLINE Na Web
MOTOR DE BUSCA by freefind

Receba a nossa newsletter
Insira o seu nome e mail abaixo:
Nome:
Email:
Inscrever-se Anular inscrição

Coluna

Antônio Carlos Affonso dos Santos. ACAS, o Caipira Urbano.

 

MEUS CUMPLICES (II)

 

 

Carregue nas fotos para saber tudo sobre os pássaros abaixo

Bicudos que na minha infância
Fizeram minha alegria
Cantavam nas «minhas» matas
Toda tarde, todo dia!
Caboclinho, como eu
Vive cantando adoidado
Seguindo a vida em frente
Com uma bela fêmea ao lado.
Meu canarinho da terra
Símbolo do meu país
Queria que sobrevivesse
Para encantar esses Brasis.
Cardeal, sua elegância
E cantada em verso e prosa
Tu és muito mais bonito
Que a mais bonita rosa.
Ai que saudade que tenho
Do coleirinha papa-capim
Queria não esquecer dele
Nem ele esquecer de mim.
Cantor-mór do meu país
Bonito, pequeno faceiro
E meu curió avinhado
Que encanta o mundo inteiro.
Ai que saudades que tenho
Debaixo dos mamoeiros
Var os sanhaços e saíras
Comendo frutas o dia inteiro.
O Passarim é sabido
E faz coisas lá no mato
Canta, pula, enternece
-Só que come carrapato!
Os «arlequins» canarinhos
Estão ficando branquinhos
Outros negros ou marrons
Mas, todos são tão lindinhos.
Patativa está cantando
Para alívio de quem chora
-Se canta pra consolar-me
Patativa, vá embora!
No final de agosto
O pintassilgo namora
-Até parece Don Juan:
Bem-vestido à toda hora.
Ai que saudades que tenho
Daqueles tempos fagueiros
Em que o sabiá laranjeira
Cantava no meu terreiro.
Tico-tico está reinando
Nos lugares que eu reinei
Mas, te vejo tão sozinho:
-Cadê o tico-tico rei?
Onde está o meu pixarro
Trinca Ferro de uma figa
Vê se pára de brigar
Vem ninar a minha amiga.