POESIA (Veja também o sub - índice)

NUNCA DIGA ADEUS...Poema de Kássia Pontes

POESIA DE PATRICIA NEME - ENCONTRO - PROCURA

PROSA E POESIA POR ILONA BASTOS - Fauna & Flora: Aquarela do Brasil

Um belo casal de periquitos! Ele, de uma delicada plumagem amarela, dá pelo nome de Tom Jobim. Ela, de verde vestida, chama-se Adriana Partimpim. Em conjunto, tratamo-los por Pimpins.

PROSA E POESIA POR ILONA BASTOS - O Romancista

Parou, subitamente, e ponderou, por momentos, que talvez nunca conseguisse escrever o romance. Faltavam-lhe, porventura, a paciência, a aplicação e a perseverança necessárias! Nunca esta ideia lhe ocorrera anteriormente. Na verdade, começara por julgar que o problema residia na cadeira, onde não lhe era possível sentar-se, a escrever, por mais de cinco minutos.

POESIA DE MARIO MATTA E SILVA - Enquanto Respiro - DIAS BREVES E CINZENTOS

POEMAS DE JOAO FURTADO - A TRAGEDIA NA MADEIRA - MADEIRA - ELISA HELENA FURTADO

POESIA DE SANDRA FAYAD - CHURRASCO NA LAJE - Comelança

POESIA - Por Abilio Pacheco - No Prelo - Tessitura Noturna - Retrato II - Memórias de Março

POESIA DE PEQUENINA - Desejos - Sinto a Tua Falta

Coluna Poética de Liliana Josué - A Lágrima - Crença de Ateu

POESIA DE DENISE SEVERGNINI

A ESPADA E A CRUZ
TREVAS
FINADA EM VIDA

COLUNA DE JORGE VICENTE

Crítica: «Se no primeiro livro, Ascensão do Fogo, o poeta Jorge Vicente escrevia de forma a que a pele dos poemas deixasse antever o ritmo da criação das palavras, o binário a quaternário, e a sua tatuagem em nós era sem dor apesar das impressões em profundidade que libertava na língua neste segundo livro, Hierofania dos Dedos, que é de desvendamento e de ocultação do poema, este é personagem inteiro da casa - poesia, oculto ou manifesto, orgânico. Cristina Veora - in Público, dia 5 de Fevereiro de 2010, suplemento Ípsilon.
Poema - (ao antónio ramos rosa)
2.- Poema: ontem, matei um homem. nada mais do que isso. nenhuma cintilação dos ossos. nenhuma ânsia em experimentar o que quer que fosse. apenas o desejo íntimo de incriar através do sangue. toda a morte é uma procriação ao contrário. vive-se e entra-se de novo na vida. a vida de dentro.
Poema -
o meu olhar abarca todo o mural
da cidade, como se ela existisse
apenas em pedra, sem as pessoas
e sem o rumor dos mercadores,

POESIA DE ARLETE PIEDADE

Amor Secreto
Laços de amor
Prisioneira

POESIA DE MARIA DA FONSECA

- Mas minha alma, não acalmo! - Linda Judia

POEMAS DE JOSE GERALDO MARTINEZ

O LOUCO!
POR ENQUANTO...
SE VIERES...

Poesia de Sá de Freitas -

QUER ME ENCONTRAR? - CONFISSOES ASSINADAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

EDIÇAO NºLIX , I NUMERO  DE MARÇO DE 2010 - COMENTARIOS GERAIS

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