CRONICA
/ ENTREVISTA
(Veja também o sub - índice)
Algarve, a Região das
Maravilhas - Por José Varzeano - Na 5ª feira passada, ao receber um semanário do
Algarve fui alertado com o título de caixa alta MAIS DE QUARENTA LOCAIS DO
ALGARVE VALIDADOS COMO «PARAÍSOS» NATU-RAIS – A REGIÃO DAS MARAVILHAS.Achei
interessante e procurei a página onde o assunto era desenvolvido. Aparecem então
fotografias a cores de algumas dessas maravilhas (5) mas nada de Alcoutim, no
Algarve Natural.
Histórias da Vida Real
Crónica por Martim Afonso Fernandes
Pousada do Barão
Um terminal marítimo de embarque de carga de petróleo de um Estado brasileiro
tinha sua aconchegante cidade de porte médio para menor.
Quase sempre encontram-se nestes lugares alguns bares e boates.
Caetano Veloso e Marina, a morena Marina -
cenas de um casamento (conto rápido)
Por Se Gyn
...Dizem que foi assim: Marina Silva, a viúva da floresta, virgem de maldade e
idéias autorais, casou-se com Caetano Veloso, o músico up to date - virgem de
florestas e entediado com a crítica que criticava. Depois da cerimônia de
casamento presidida por Bono Vox, partiram e, desapareceram na floresta
amazônica - ele cantando uma música de Caymmi naquele jeito intimista de
ultimamente e, ela, sonhando com a possibilidade de novidades na floresta, em
tão galante companhia.
Dra. Zilda Arns Neumann.- Por Arlete Deretti Fernandes - O
povo brasileiro passa por forte emoção pela catástrofe que atingiu a população
do Haiti e também por estar naquele país a médica Zilda Arns, em missão
humanitária, quando preparava-se para uma palestra sobre a Pastoral da Criança,
na Conferência dos Religiosos do Caribe. Ela foi uma das vítimas do forte
terremoto que atingiu o país em 12 de janeiro.
JORNADA CREPUSCULAR- Por: Mário Matta e Silva- ALMEIDA
GARRETT – UM POETA QUE FOI POLITICO LIBERAL E VISCONDE… - Na penumbra que nos
deixa a tarde crepuscular, eu faço a minha jornada de hoje, por tempos
conturbados do século XIX, tecendo uma simples homenagem a João Baptista da
Silva Leitão de «Almeida Garrett,» nascido em 1799.
Carnaval: Uma Festa - Por Marcelo Torca. - O carnaval é
uma grande festa, venho através desta crônica falar desta folia organizada,
não da sua história e seus motivos, mas de como está sendo no momento, sobre
os motivos e as aspirações deste evento na atualidade.
«Morreste-me» - Crónica por Maria das Candeias Leal -
Na sexta-feira, dia 13 de Novembro, recebi uma encomenda de uma amiga. Já
sabia que iria receber essa encomenda pois recebi um e-mail anunciando-me a
sua chegada. Não tinha a certeza do que se tratava, desconfiava ser um
livro. Não estava errada, contudo, em vez de um recebi dois, obrigada amiga,
por este e pelo outro que estou lendo.
Visitante de Porlock - Por
Abilio Pacheco - Precisava voltar para casa. Um poema para ser escrito após
quase quatro anos. Vieram-lhe de assalto idéia, versos de início e, entre
rostos vários e vazios, ia já ao quarto ou quinto pé tramado.
Que Sentimento, esse é? - Crónica por Cristina Maia
Caetano -
Poderá, alguém, entender o amor sem o ter experimentado?
Poderá alguém, nessas circunstâncias, dizer que ele existe?
Que é fundamental para a vida?
Sem tal puro sentimento, creio firmemente que tal magnífica e inspirada
linguagem difícil de entender, é! Da mesma forma, creio firmemente que no
dia em o amor se experiencia, nada mais, o mesmo será!
BOLACHAS DE NATAL - Receita enviada por
Arlete Deretti Fernandes
Minhas viagens pelo metrô de Sampa - Por
Valdeck Almeida de Jesus - Moro em Salvador e tenho irmãos em São Paulo.
Todo final de ano eu passo vinte dias na capital paulista, sem contar uma ou
mais viagens que faço para esta cidade. O metrô é meu amigo do peito.
Circular por Sampa de ônibus ou de carro tem sido uma dificuldade mesmo para
nativos. Imagine para um nordestino «cabra da peste» não acostumado com o
trânsito!
JORNADA CREPUSCULAR - SARAMAGO: UM ATEU PERVERSO -
Por Mário Matta e Silva - Passeio-me com a Bíblia por entre as mãos e vou
viajando, de parábola em parábola, durante a jornada crepuscular dos nossos
dias, atento à polémica em volta do escritor Saramago.
CORONEL FABRICIANO - Juventude - BENEDITO
FRANCO- Nossos países gastam, este ano, com armamento - armas! - nada mais
nada menos que um trilhão e oitocentos bilhões de dólares!... ( $
1,800,000,000.00!). Com 10% disso, eles matariam a fome de toda a
humanidade! A negra África, o continente com mais riqueza em seu solo,
explorada pelos brancos, é o que mais fome sofre!A mais forte das ações é o
abraço: vem à tona o amor, a amizade e une dois corações!
O DESCASCADOR DE ARROZ - Crónica por Arlete Deretti
Fernandes - De minha infância guardo as recordações mais despreocu-padas e
felizes. Minha mãe pouco me deixava sair para brincar fora do espaço de
nossa casa. Quando eu conseguia permissão para sair e sentia a liberdade,
muito magrela saía dando pulos e correndo bem depressa, com os cabelos ao
vento e olhando para trás de vez em quando, com receio de que minha
progenitora mudasse de opinião.
Coluna - Antônio Carlos Affonso dos Santos. -
ACAS, o Caipira Urbano. - O Jogo da Fazenda Tatuca - Certa vez, o João
Domingos, técnico do nosso time, arranjou um jogo contra a Fazenda Tatuca. A
Tatuca era uma fazenda pequena, como a São José, de onde éramos. O problema
é que a Tatuca ficava muito longe: - quase quarenta quilômetros.
Coluna de Rosa Pena - Crónica - O Natal é
vermelho - A mãe já estava entrando na terceira idade e começava a sentir
aquela pontinha de desânimo, aquele tanto faz como tanto fez, entre eles...
armar a árvore de Natal, fazer ceia.
- Desmemória - Crónica - Hoje pela manhã vi homens trabalhando arduamente
para colocarem enfeites de Natal nas vias. Subiam em postes, botavam
lâmpadas e ao mesmo tempo espantavam os meninos de rua que por ali
perambulavam atraídos pelo brilho.
Uma crónica de Natal - Prosa de Ilona Bastos
- São felizes as recordações que guardo dos Natais da minha infância.
Reconheço que algumas das memórias possam ter sido douradas pelo tempo, mas
sei, também, que se ao pensar nos Natais de então os sinto como felizes, é
porque essas festas antigas algumas sementes de felicidade em mim
depositaram, fazendo germinar as imagens que agora contemplo.
REGULARES / SEMANAIS
COLUNA UM - Daniel Teixeira
Ao longo dos dias, todos os dias, infelizmente, vamos sentindo na pele
aquilo que se pode chamar «os custos emocionais» da comunicação e quando
faço esta referência foco um aspecto que tem sido estudado, ainda que com
maior incidência noutros campos. Têm sido estudados os casos dos custos para
o mais são possível desenvolvimento das crianças e jovens perante o fenómeno
da televisão e das novas tecnologias e jogos, nomeadamente no que se refere
à mostragem de violência e ainda referindo-se os riscos das novas formas de
comunicação.
A COLUNA DE ARLETE PIEDADE - Haiti – A união em torno da
tragédia
Uma menina de 6 anos em Portugal, entrega ao seu pai, piloto da Força Aérea
Portuguesa, que integrava a equipa de ajuda que partiu para o Haiti, uma das
suas bonecas pedindo-lhe que a dê a uma menina no Haiti, que não tenha
brinquedos.
A Coluna de Jorge M. Pinto - Casos ao Acaso - Repositório de episódios
vividos
A mulher justa de Brasília - Por Cecílio Elias
Netto - (Por especial gentileza do autor) - Dia chegará quando, em vez de
procurarmos apenas o que é santo nos livros sagrados, descobriremos que,
mais do que santos, são livros de sabedoria. Desde a herança upanishad, dos
pensadores orientais, dos livros bíblicos, do islamismo, do judaísmo, todos
os livros acabam por reunir a ancestral sabedoria humana a partir de um
aprendizado de dores, de sofrimentos, de amarguras.
Histórias da Vida Real - Crónicas por Martim
Afonso Fernandes - CAMPEONATO DE FUTEBOL - Quarta-feira. Dia de campeonato
catarinense de futebol. O Imbituba Atlético Clube era prejudicado pelos
árbitros quando jogava contra clubes de cidades renomadas e de maior poder
aquisitivo. Para a segunda divisão de futebol a Federação determinava que os
jogos fossem disputados as quartas-feiras e domingos.
Cartas ao Director -
Depois de alguns amigos e leitores nos terem escrito com o intuito de
colaborarem financeiramente (também financeiramente nuns casos e só
financeiramente noutros) lançamos nos últimos números as bases (que
recordamos abaixo) para que sejam feitos donativos. Este jornal pode
gabar-se de não ter até agora consumido um cêntimo (descontando o trabalho
de cada um e as despesas que já eram correntes com a Net, software e
computadores e o pagamento dos domínios exclusivos).