EDIÇAO NºLIV , III NUMERO  DE JANEIRO DE 2010 - COMENTARIOS

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CRONICA / ENTREVISTA (Veja também o sub - índice)

Algarve, a Região das Maravilhas - Por José Varzeano - Na 5ª feira passada, ao receber um semanário do Algarve fui alertado com o título de caixa alta MAIS DE QUARENTA LOCAIS DO ALGARVE VALIDADOS COMO «PARAÍSOS» NATU-RAIS – A REGIÃO DAS MARAVILHAS.Achei interessante e procurei a página onde o assunto era desenvolvido. Aparecem então fotografias a cores de algumas dessas maravilhas (5) mas nada de Alcoutim, no Algarve Natural.

Histórias da Vida Real
Crónica por Martim Afonso Fernandes
Pousada do Barão
Um terminal marítimo de embarque de carga de petróleo de um Estado brasileiro tinha sua aconchegante cidade de porte médio para menor.
Quase sempre encontram-se nestes lugares alguns bares e boates.

Caetano Veloso e Marina, a morena Marina - cenas de um casamento (conto rápido)
Por Se Gyn
...Dizem que foi assim: Marina Silva, a viúva da floresta, virgem de maldade e idéias autorais, casou-se com Caetano Veloso, o músico up to date - virgem de florestas e entediado com a crítica que criticava. Depois da cerimônia de casamento presidida por Bono Vox, partiram e, desapareceram na floresta amazônica - ele cantando uma música de Caymmi naquele jeito intimista de ultimamente e, ela, sonhando com a possibilidade de novidades na floresta, em tão galante companhia.

Dra. Zilda Arns Neumann.- Por Arlete Deretti Fernandes - O povo brasileiro passa por forte emoção pela catástrofe que atingiu a população do Haiti e também por estar naquele país a médica Zilda Arns, em missão humanitária, quando preparava-se para uma palestra sobre a Pastoral da Criança, na Conferência dos Religiosos do Caribe. Ela foi uma das vítimas do forte terremoto que atingiu o país em 12 de janeiro.

JORNADA CREPUSCULAR- Por: Mário Matta e Silva- ALMEIDA GARRETT – UM POETA QUE FOI POLITICO LIBERAL E VISCONDE… - Na penumbra que nos deixa a tarde crepuscular, eu faço a minha jornada de hoje, por tempos conturbados do século XIX, tecendo uma simples homenagem a João Baptista da Silva Leitão de «Almeida Garrett,» nascido em 1799.

Carnaval: Uma Festa - Por Marcelo Torca. - O carnaval é uma grande festa, venho através desta crônica falar desta folia organizada, não da sua história e seus motivos, mas de como está sendo no momento, sobre os motivos e as aspirações deste evento na atualidade.

«Morreste-me» - Crónica por Maria das Candeias Leal -
Na sexta-feira, dia 13 de Novembro, recebi uma encomenda de uma amiga. Já sabia que iria receber essa encomenda pois recebi um e-mail anunciando-me a sua chegada. Não tinha a certeza do que se tratava, desconfiava ser um livro. Não estava errada, contudo, em vez de um recebi dois, obrigada amiga, por este e pelo outro que estou lendo.

Visitante de Porlock - Por Abilio Pacheco - Precisava voltar para casa. Um poema para ser escrito após quase quatro anos. Vieram-lhe de assalto idéia, versos de início e, entre rostos vários e vazios, ia já ao quarto ou quinto pé tramado.

Que Sentimento, esse é? - Crónica por Cristina Maia Caetano -
Poderá, alguém, entender o amor sem o ter experimentado?
Poderá alguém, nessas circunstâncias, dizer que ele existe?
Que é fundamental para a vida?
Sem tal puro sentimento, creio firmemente que tal magnífica e inspirada linguagem difícil de entender, é! Da mesma forma, creio firmemente que no dia em o amor se experiencia, nada mais, o mesmo será!

BOLACHAS DE NATAL - Receita enviada por Arlete Deretti Fernandes

Minhas viagens pelo metrô de Sampa - Por Valdeck Almeida de Jesus - Moro em Salvador e tenho irmãos em São Paulo. Todo final de ano eu passo vinte dias na capital paulista, sem contar uma ou mais viagens que faço para esta cidade. O metrô é meu amigo do peito. Circular por Sampa de ônibus ou de carro tem sido uma dificuldade mesmo para nativos. Imagine para um nordestino «cabra da peste» não acostumado com o trânsito!

JORNADA CREPUSCULAR - SARAMAGO: UM ATEU PERVERSO - Por Mário Matta e Silva - Passeio-me com a Bíblia por entre as mãos e vou viajando, de parábola em parábola, durante a jornada crepuscular dos nossos dias, atento à polémica em volta do escritor Saramago.

CORONEL FABRICIANO - Juventude - BENEDITO FRANCO- Nossos países gastam, este ano, com armamento - armas! - nada mais nada menos que um trilhão e oitocentos bilhões de dólares!... ( $ 1,800,000,000.00!). Com 10% disso, eles matariam a fome de toda a humanidade! A negra África, o continente com mais riqueza em seu solo, explorada pelos brancos, é o que mais fome sofre!A mais forte das ações é o abraço: vem à tona o amor, a amizade e une dois corações!

O DESCASCADOR DE ARROZ - Crónica por Arlete Deretti Fernandes - De minha infância guardo as recordações mais despreocu-padas e felizes. Minha mãe pouco me deixava sair para brincar fora do espaço de nossa casa. Quando eu conseguia permissão para sair e sentia a liberdade, muito magrela saía dando pulos e correndo bem depressa, com os cabelos ao vento e olhando para trás de vez em quando, com receio de que minha progenitora mudasse de opinião.

Coluna - Antônio Carlos Affonso dos Santos. - ACAS, o Caipira Urbano. - O Jogo da Fazenda Tatuca - Certa vez, o João Domingos, técnico do nosso time, arranjou um jogo contra a Fazenda Tatuca. A Tatuca era uma fazenda pequena, como a São José, de onde éramos. O problema é que a Tatuca ficava muito longe: - quase quarenta quilômetros.

Coluna de Rosa Pena - Crónica - O Natal é vermelho - A mãe já estava entrando na terceira idade e começava a sentir aquela pontinha de desânimo, aquele tanto faz como tanto fez, entre eles... armar a árvore de Natal, fazer ceia.
- Desmemória - Crónica - Hoje pela manhã vi homens trabalhando arduamente para colocarem enfeites de Natal nas vias. Subiam em postes, botavam lâmpadas e ao mesmo tempo espantavam os meninos de rua que por ali perambulavam atraídos pelo brilho.

Uma crónica de Natal - Prosa de Ilona Bastos - São felizes as recordações que guardo dos Natais da minha infância. Reconheço que algumas das memórias possam ter sido douradas pelo tempo, mas sei, também, que se ao pensar nos Natais de então os sinto como felizes, é porque essas festas antigas algumas sementes de felicidade em mim depositaram, fazendo germinar as imagens que agora contemplo.

 

 

REGULARES / SEMANAIS 

COLUNA UM - Daniel Teixeira
Ao longo dos dias, todos os dias, infelizmente, vamos sentindo na pele aquilo que se pode chamar «os custos emocionais» da comunicação e quando faço esta referência foco um aspecto que tem sido estudado, ainda que com maior incidência noutros campos. Têm sido estudados os casos dos custos para o mais são possível desenvolvimento das crianças e jovens perante o fenómeno da televisão e das novas tecnologias e jogos, nomeadamente no que se refere à mostragem de violência e ainda referindo-se os riscos das novas formas de comunicação.

A COLUNA DE ARLETE PIEDADE - Haiti – A união em torno da tragédia

Uma menina de 6 anos em Portugal, entrega ao seu pai, piloto da Força Aérea Portuguesa, que integrava a equipa de ajuda que partiu para o Haiti, uma das suas bonecas pedindo-lhe que a dê a uma menina no Haiti, que não tenha brinquedos.

A Coluna de Jorge M. Pinto - Casos ao Acaso - Repositório de episódios vividos 

A mulher justa de Brasília - Por Cecílio Elias Netto - (Por especial gentileza do autor) - Dia chegará quando, em vez de procurarmos apenas o que é santo nos livros sagrados, descobriremos que, mais do que santos, são livros de sabedoria. Desde a herança upanishad, dos pensadores orientais, dos livros bíblicos, do islamismo, do judaísmo, todos os livros acabam por reunir a ancestral sabedoria humana a partir de um aprendizado de dores, de sofrimentos, de amarguras.  

Histórias da Vida Real - Crónicas por Martim Afonso Fernandes - CAMPEONATO DE FUTEBOL - Quarta-feira. Dia de campeonato catarinense de futebol. O Imbituba Atlético Clube era prejudicado pelos árbitros quando jogava contra clubes de cidades renomadas e de maior poder aquisitivo. Para a segunda divisão de futebol a Federação determinava que os jogos fossem disputados as quartas-feiras e domingos.

Cartas ao Director - Depois de alguns amigos e leitores nos terem escrito com o intuito de colaborarem financeiramente (também financeiramente nuns casos e só financeiramente noutros) lançamos nos últimos números as bases (que recordamos abaixo) para que sejam feitos donativos. Este jornal pode gabar-se de não ter até agora consumido um cêntimo (descontando o trabalho de cada um e as despesas que já eram correntes com a Net, software e computadores e o pagamento dos domínios exclusivos).

 

 

 
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