EDIÇAO NºLVI , I NUMERO  DE FEVEREIRO DE 2010 - COMENTARIOS

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CRONICA / ENTREVISTA (Veja também o sub - índice)

Dossiê real (1/19) - Relatório (resumo trimestral) que antecede a copa de 2014.- Por Haroldo P. Barboza

Lembretes:
1 - este resumo foi montado apenas com 10% do que sai na imprensa do RJ. Se tudo fosse revelado, com certeza não haveria por aqui a copa de 2014 e muito menos a Olimpíada de 2016.
2 – As estimativas de gastos para estes eventos beiram R$ 22 BI. A história mostra que no final triplicam devido ao mau planejamento, superfaturamento, desperdício e desvios. Temos dois exemplos vivos recentes no RJ: Pan-2007 e cidade da música, que quase quintuplicaram os gastos.

JORNADA CREPUSCULAR - POR: MÁRIO MATTA E SILVA - RODOLFO E O CONSUMISMO

São mais frios os crepusculares de Dezembro, nesta transição Outono - Inverno, mas já com espírito natalício faço a minha jornada, desta vez, acompanhado de Rodolfo, a única rena macho que puxa o trenó do Pai Natal (oito fêmeas e um macho… proporção que talvez se assemelhe às estatísticas de hoje, entre o número de homens e mulheres no Planeta).

A Saudade - Crónica por Maria das Candeias Leal -

Estávamos a meio de Novembro e continuava chovendo. Fazendo relembrar à vovó os Invernos da Ilha. O tempo húmido que se entranhava na alma, nos ossos e no corpo todo. As malditas alergias não a deixavam em paz, sentia-se cansada, mas abandonar os afazeres não era com ela, precisava deles para sobreviver, para não deixar o corpo morrer antes do tempo.

Histórias da Vida Real - Crónica por Martim Afonso Fernandes

A gaiola e o sapo
Meus últimos dezoito anos de trabalho público foram em uma Companhia de Aguas e Saneamento, estatal. A empresa contava com um quadro de funcionários de diversas profissões. Entre eles havia um auxiliar de serviços gerais, com baixo nível de escolaridade, mas com disposição e agilidade para executar muito bem as atividades que lhe eram atribuídas.

CORONEL FABRICIANO - VIEIRA - Por BENEDITO FRANCO

«...Nas Índias, os governantes chamam-se sátrapas (Sat = assaz e rapio = eu roubo), porque costumam roubar assaz. E este assaz é o que especificou melhor S. Francisco Xavier, dizendo que conjugam o verbo rapio por todos os modos. O que eu posso acrescentar, pela experiência que tenho, é, que não só do cabo da Boa Esperança para lá, mas também das partes daqui, se usa igualmente a mesma conjugação. Conjugam por todos os modos o verbo rapio; - porque furtam por todos os modos da arte, não falando em outros novos e esquisitos, que não conheceu Donato, nem Despautério...» – Pe. Antonio Vieira.
NB.: ...já pensou se Vieira conhecesse Brasília!...

Coluna - Antônio Carlos Affonso dos Santos. ACAS, o Caipira Urbano. - MEUS CUMPLICES (II)

Bicudos que na minha infância
Fizeram minha alegria
Cantavam nas «minhas» matas
Toda tarde, todo dia!

Crónicas «Ver e Sentir» por Cristina Maia Caetano

(XLII) - Olhem para as características de uma família… Olhem bem para elas!... Observem e memorizem! … Rapidamente e, sem dúvida alguma, perceberão, que é no seu seio que a personalidade de um indivíduo se forma .

Algarve, a Região das Maravilhas - Por José Varzeano

- Na 5ª feira passada, ao receber um semanário do Algarve fui alertado com o título de caixa alta MAIS DE QUARENTA LOCAIS DO ALGARVE VALIDADOS COMO «PARAÍSOS» NATU-RAIS – A REGIÃO DAS MARAVILHAS. Achei interessante e procurei a página onde o assunto era desenvolvido. Aparecem então fotografias a cores de algumas dessas maravilhas (5) mas nada de Alcoutim, no Algarve Natural.

Caetano Veloso e Marina, a morena Marina - cenas de um casamento (conto rápido)
Por Se Gyn

...Dizem que foi assim: Marina Silva, a viúva da floresta, virgem de maldade e idéias autorais, casou-se com Caetano Veloso, o músico up to date - virgem de florestas e entediado com a crítica que criticava. Depois da cerimônia de casamento presidida por Bono Vox, partiram e, desapareceram na floresta amazônica - ele cantando uma música de Caymmi naquele jeito intimista de ultimamente e, ela, sonhando com a possibilidade de novidades na floresta, em tão galante companhia.

Coluna de Rosa Pena - Crónica - O Natal é vermelho

- A mãe já estava entrando na terceira idade e começava a sentir aquela pontinha de desânimo, aquele tanto faz como tanto fez, entre eles... armar a árvore de Natal, fazer ceia.
- Desmemória - Crónica - Hoje pela manhã vi homens trabalhando arduamente para colocarem enfeites de Natal nas vias. Subiam em postes, botavam lâmpadas e ao mesmo tempo espantavam os meninos de rua que por ali perambulavam atraídos pelo brilho.

 

REGULARES / SEMANAIS 

COLUNA UM - Selecções - XII -Quase no final da finalíssima parte. - Daniel Teixeira

Cristianismo tradicional «não tem força suficiente para transmitir a fé»
O bispo de Santarém, D. Manuel Pelino, reconhece que há mais dificuldade em que as crianças e os jovens dêem importância à catequese e «cheguem ao Crisma com convicções». O prelado constata igualmente que a secularização chegou ao «mundo tradicionalmente cristão das nossas aldeias».

A COLUNA DE ARLETE PIEDADE - Dia Mundial do Doente – 11 de Fevereiro

Volto esta semana a escrever sobre as efemérides que vão acontecendo e sendo celebradas no mundo, e que sejam significativas em face dos valores que aqui no Raizonline defendemos face aos ideais de humanidade, solidariedade e lusofonia .

A Coluna de Jorge M. Pinto - Casos ao Acaso - Repositório de episódios vividos 

A mulher justa de Brasília - Por Cecílio Elias Netto - (Por especial gentileza do autor) - Dia chegará quando, em vez de procurarmos apenas o que é santo nos livros sagrados, descobriremos que, mais do que santos, são livros de sabedoria. Desde a herança upanishad, dos pensadores orientais, dos livros bíblicos, do islamismo, do judaísmo, todos os livros acabam por reunir a ancestral sabedoria humana a partir de um aprendizado de dores, de sofrimentos, de amarguras.  

Cartas ao Director - Depois de alguns amigos e leitores nos terem escrito com o intuito de colaborarem financeiramente (também financeiramente nuns casos e só financeiramente noutros) lançamos nos últimos números as bases (que recordamos abaixo) para que sejam feitos donativos. Este jornal pode gabar-se de não ter até agora consumido um cêntimo (descontando o trabalho de cada um e as despesas que já eram correntes com a Net, software e computadores e o pagamento dos domínios exclusivos).

 

 

 
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