EDIÇAO NºLIII
, II NUMERO DE JANEIRO DE 2010 -
COMENTARIOS
Que Sentimento, esse é?
Crónica
por Cristina Maia Caetano
Poderá, alguém, entender o amor sem o ter experimentado?
Poderá alguém, nessas circunstâncias, dizer que ele existe?
Que é fundamental para a vida?
Sem tal puro sentimento, creio firmemente que tal magnífica e inspirada
linguagem difícil de entender, é! Da mesma forma, creio firmemente que no dia em
o amor se experiencia, nada mais, o mesmo será!
Agora… Olhem bem para a vossa vida, para todos os seres que convosco partilham esta dádiva. E observem… Estudem e analisem! Certamente que muitas são as coincidências com as interrogações referidas. Também certamente, muitas são as dúvidas, os receios e ansiedades de não se conseguir: amar e ser amado!
Acredito, inabalavelmente, que cada um de nós, merece ter amor, merece amar-se. Deve, também, conhecer-se profundamente, dar a si mesmo oportunidade de tal ternurento sentimento vir ao seu encontro, evadi-lo, transformá-lo e transmuta-lo para uma infinitamente vida mais aprazível!
E isto… tudo
isto…
Unica e simplesmente, porque dentro de cada um de nós está a escolha;
Unica e simplesmente, porque quem ama, amado é;
Unica e simplesmente, porque os limites humanos do indivíduo devem ser bem
conhecidos por cada um de nós;
Unica e simplesmente, porque amar é alegria;
Unica e simplesmente, porque o amor é a própria energia da vida e, jamais mal
algum. a alguém fará!
Reparem pois
bem, muito bem: – depende de nós, única e exclusivamente de nós! Da nossa
atitude, da nossa crença, da nossa vontade…
Assim sendo, muitas e muitas, são as vezes que penso no «amor», como se do
próprio milagre da vida se tratasse. Outras, penso que se trata de uma eficaz
forma de Deus se manifestar com mais nitidez e rapidez na nossa vida. Diversas,
também, são as vezes que comparo o «amor», com uma experiência mística onde as
palavras não cabem e muito menos definições racionais.
E é sem
dúvida, o perfeito sentimento para apreender e compreender o som do silêncio e a
profunda voz entre cada batida do coração!
Certa que o «amor» nem sempre respeita o raciocínio comum; certa que o «amor»
não respeita definições pré-concebidas e muito menos critérios técnicos segue;
certa que o «amor» pode e deve contactar, estimular e relembrar o lado místico
da vida, lembrem-se pois, de pensarem carinhosamente no assunto e com a certeza
que o melhor é mesmo não se fazerem julgamentos…