Ter colaboradores motivados é, sem dúvida alguma, o sonho de qualquer empresa. Entretanto, saber como fazer isso é uma atividade um tanto quanto difícil, pois, requer-se especialistas e gestores capacitados para tal, uma vez que o universo humano tem suas barreiras, pois cada qual tem seus hábitos e formas de trabalho diferentes. Há sempre um componente subjetivo na motivação que provoca uma enorme complicação, tornando-a, à primeira vista, uma missão quase impossível.
E é, neste momento, que surge a importante figura da consultoria empresarial, por ter ela um papel preponderante no levantamento das necessidades, na implantação de projetos e programas, além de acompanhar, de forma direta, a execução dessas implantações, o que, a princípio, trará à empresa um significativo aumento de rentabilidade.
Cabe à empresa de consultoria e aos gestores cuidar do grande capital
empresarial constituído por seu CAPITAL HUMANO, cujo desempenho é inerente ao
desenvolvimento e à permanência de uma organização no mercado.
Finalizando, salientamos que a motivação pode ocorrer sim de uma maneira até
hierárquica por que não? Pois um líder motivado tem força suficiente para
motivar sua equipe e, consequentemente, sua equipe estará pronta para alcançar
metas que outrora podiam ser consideradas inatingíveis.
Francês desenvolve protótipo
do primeiro navio vertical
do mundo
SeaOrbiter poderá ser uma realidade nos próximos anos
Jacques Rougerie, um arquitecto francês, apresentou o protótipo daquele que
poderá ser o primeiro navio vertical do mundo e que possibilitará uma nova forma
de explorar o fundo do mar.
Esta estação oceanográfica foi baptizada de SeaOrbiter e, segundo o seu criador,
será uma realidade «num futuro próximo», com 90 por cento de hipóteses de ser
construído, visto que Rougerie já arrecadou metade dos 35 milhões de euros
necessários para a construção desta estrutura que, ao contrário das actuais
estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.
«Actualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e
depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a
Amazónia e depois tirados de lá num espaço de uma hora», comparou. Já o
SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com janelas que permitem a
visualização de tudo o que está abaixo da superfície do mar.
Segundo o projecto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com
uma parte submersa e outra fora da água. Os equipamentos de navegação e
comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de
observação. A estrutura detém também um sistema anti-colisão baseado no que é
actualmente utilizado na Estação Espacial Internacional (ISS) e uma plataforma
pressurizada de onde os mergulhadores poderão partir em missão.
Este projecto é apoiado por Nicolas Sarkozy e conta ainda com a consultoria de
Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta francês, que está envolvido no design
da estação.
Coluna de Ricardo Dorés

Com formação acadêmica em Direito e especialização em Marketing, ocupou no mercado as posições de Diretor de Unidades de Negócios, Gerente de Unidade de Negócio, Gerente Nacional de Vendas, Gerente de Desenvolvimento de Mercado, Gerente de Treinamento de Vendas, Supervisor de Vendas, em empresas multinacionais e nacionais de grande porte, tais como: 3M, Pfizer, Glaxo, IMB, Itaú Seguros, dentre outras. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante.
Contato ricardo@salesresults.com.br
Motivação, sem ela ...
As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente.(Zig Ziglar )
No mundo empresarial, lidar com o crescimento da concorrência tem sido um dos grandes desafios das empresas e as decisões devem ser tomadas de maneira quase que momentânea.
Além, do crescimento da concorrência, o cenário empresarial se depara com constantes mudanças que vão desde as formas de organização do mercado até chegar aos acordos comerciais que, de certa forma, alteraram de maneira bem significativa as relações negociais.
Se distanciar do cenário de mudanças é arriscado demais para a empresa que quer se manter no mercado, pois, mesmo as que reinavam no passado com seus produtos e serviços e atendiam às necessidades e expectativas de seus clientes, hoje, travam uma árdua batalha de sobrevivência frente a outras empresas fornecedoras de produtos e serviços semelhantes.
Por isso, inovar é a palavra de ordem do momento. Consequentemente, para se manter nesse mercado competitivo, as empresas devem inovar constantemente, sair do marasmo, da mesmice, do sempre igual e da rotina. E, para isso, é necessário sempre possuir uma ou várias estratégias que sinalizem diferenciais, para não ser apenas mais uma no mercado.
Engana-se a empresa que entende a inovação como um processo diretamente ligado aos fatores, às metas ou até mesmo às missões. Inovar vai muito além. Inovar é buscar desafios, pois mudanças devem e tem que acontecer, e vivenciei isto, na prática, no início da minha carreira «como motivador de gente» na 3M do Brasil (Innovation), tanto na área comercial, bem como na área de recursos humanos e hoje aplico com afinco esta metodologia nas empresas que são meus clientes de consultoria.
A estratégia motivacional é uma das ferramentas mais eficazes para que as mudanças ocorram. Desta forma, criar um ambiente favorável à criatividade dos funcionários faz com que a empresa atinja metas cada vez maiores, além de traçar um perfil de colaboradores cada vez mais compromissados e identificados com o trabalho.
No mundo empresarial, a importância de se buscar a valorização do fator humano como regra para se alcançar a satisfação da clientela é cada vez mais necessária, uma vez que a motivação obtida, por meio dos salários, tende a ser pouco duradoura, conforme a teoria higiênico-motivacional (HERZBERG).
Isto porque as pessoas entendem o salário como sendo o mínimo de contrapartida pelo trabalho realizado (são considerados fatores de manutenção para impedir a insatisfação). Ainda há que se entender que é o ser humano, por natureza, um ser insaciável e, quanto mais tem, mais tende a querer. Ou seja, satisfeita uma de suas necessidades, ele buscará outra e, subsequentemente, mais outra.
Assim, um dos mais complicados desafios das empresas está, justamente, no fato de ter que conquistar a confiança do seu público interno (endomarketing) para se manter competitiva no mercado.
Manter os colaboradores motivados, ajudar, sempre que possível, para que os objetivos individuais sejam satisfeitos em paralelo com os da organização, oferecer condições para aumentar a produtividade, manter um espírito sadio de equipe, entre outros, tem sido uma busca constante dos empresários que possuem visão arrojada.
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EDIÇAO NºLIII
, II NUMERO DE JANEIRO DE 2010 -
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