Pagª 34 - EDIÇAO NºXLII
, II NUMERO DE OUTUBRO DE 2009 - COMENTARIOS
Direcção Interina: Daniel Teixeira. Chefe de Redacção: Arlete Piedade.
Relações Publicas: Alexandra Figueiredo. Educação e Cultura: Arlete Deretti
Fernandes. Consultor Africa: João P. Correia Furtado.
O bem espelha nossos erros
Por
Deth Haak
«A Poetisa dos Ventos»
Sociedade dos Poetas Vivos e Afins - RN
Cônsul Poeta Del Mundo - RN
Embaixadora Universal da Paz.
Pôr-se em alerta ao mirar-se no reflexo do espelho prestando mais atenção nas pessoas e não na imagem de si mesmo, e, aos poucos - você verá - algo mágico começará a acontecer. O universo que nos circunda o tornará mais gentil. E o mundo se tornará mais cuidadoso ao seu redor. E surgirão olhos que olharão também em sua direção...
Por apenas alguns minutos tire o foco de você mesmo, dessa crença de que a
coisa mais importante do mundo é a «sua» felicidade.
Para muitas pessoas o melhor «bem» que podem fazer é aprender a cuidar
melhor de si mesmos, aprender a se respeitar mais, a ser mais amável com seu
próprio ser. Não podemos oferecer luz se habitamos na escuridão da alma,
como doar o que não temos?
A questão do bem, como a do mal, é algo que indaga sobre quem somos nós e qual é o nosso lugar no mundo. Pensando no Bem comum, Continentes, Países, Estados, Cidade, no Bairro onde se habita , estaremos vibrando a energia do BEM, que a metafísica explica ser ressonante, e como tal reverte a vibração negativa do consciente coletivo.

Isso pode ser entendido melhor, ao vibrar um diapasão (instrumento em forma de «u» utilizado para afinar cordas musicais) ele emite um som, cuja onda sonora será captada por outro diapasão que estiver por perto e este também passará a vibrar.
O interessante não é apenas o fato de um diapasão captar a
onda do outro, mas que o segundo também passa a emitir ondas – esse fenômeno
é chamado de ressonância.
Cientistas como Nikola Tesla, Wilhelm Reich e outros, já explicavam a
Energia Essencial. Fazendo Bem, o bem retorna e o efeito bumerangue se
comprova na pratica assistida todos os dias.
A humanidade há muito vem se afastando deste conceito, capta em seu cérebro a energia desqualificada do próprio homem, distando do seu SER a energia divina, a verdadeira fonte da mágica felicidade.

Em outras palavras, todo pensamento ou emoção constitui uma energia e conseqüentemente afeta o meio ambiente, pois é tão «físico» quanto qualquer outro elemento existente.
Somos convidados a vibrar negativamente todos os dias, pela mídia,
Já começamos o dia com noticias que nos estarrecem, catástrofes, desmandos... Só absorvemos o desqualificado e nos esquecemos de as ações mais simples como a de um sorriso que não retribuímos um bom dia uma bênção, a nós e aos outros, assim entramos neste emaranhado, criando no cérebro danos que comprometem o nosso bem estar no planeta. «Pela ação pura o ser humano entra em sintonia com o Ser Divino», Norberto Keppe.
Tudo que escrevo aqui já foi dito mostrado em ações escritas nos grandes livros, por grandes almas que caminharão e caminham por aqui!
Homens e mulheres que seguiram e seguem os ensinamentos do maior Poeta que pela terra andou Jesus Cristo.
Os cientistas deste século, não podem discordar das máximas ensinadas pelo mesmo! Fazer o Bem, sem olhar aquém. «Mãos que ajudam são mais santas que lábios que oram», Sathya Sai Baba.

Atento cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens, para serem vistas, pois, do contrário, não recebereis recompensa de vosso Pai que está nos céus.
— Assim, quando derdes esmola, não trombeteeis, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. — Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita; — a fim de que a esmola fique em segredo, e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. (S. MATEUS, cap. VI, vv. 1 a 4.)
Não tenho Igreja física! Mais sinto o dever de imitar o Mestre, ser exemplo de o Bem fazer. Quando o Jornalista Poeta Flavio Resende, a quem chamo de alma boa, soou o seu diapasão, o meu recebeu a RESSONANCIA.
Pois de nada adiantaria ficar a mercê da indignação causada pela miséria social que nos cerca, ouvi o chamado e de pronto atendi, e outras almas se afinaram na mesma vibração. Nasce à CASA DO BEM.
(Link do vídeo) http://videolog.uol.com.br/video.php?id=340902

Tenho tido oportunidades de vivenciar as reações empreendidas pelas ações Do Bem, e garanto-lhes elas me deixam cada dia mais longe do Butox, provendo ao meu corpo físico toda energia necessária para caminhar nesta direção.
Se cada um de nós experimentasse esta magia, estaríamos com a saúde perfeita, distante das alopatias e com a mente sã, e o universo agradecer-nos-ia pelas benesses semeadas no planeta.
Sim, as árvores sentem nossa vibração, os animais coadunam reverberando a mesma, enfim toda forma de vida deixaria de ser predada pelos racionais ditos homens!
Saiba mais:
http://www.projetogenerosidade.com.br/2009/materia.php?id=6da5eaadee26135f3f2c1dfb75085136
Querer é Poder!
Eu quero ser, o sol que doura o rio
Pra água límpida o oceano receber
Eu quero ser a luz do ser sombrio
Pra paz e bênçãos doar a cada ser...
Eu quero ser canção sem desvario
Pra ninar as matas e não padecer
Eu quero ser agasalho para o frio
Pois no amor eu sou qualquer ser!
Eu quero ser constância no desafio
De preservar a vida que aqui viver
E na firmeza do vento um assovio...
Trinando nos versos que escrever
Eu quero ser a essência do mírreo
Inebriando as preces e o bem fazer!
«A Poetisa dos Ventos»
Deth Haak
SPVA-RN
Cônsul Poeta Del Mundo- RN
Embaixadora Universal da Paz

«mas, a quarta vigília da noite dirigiu-se Jesus,
para eles, caminhando por cima do mar».
(Mateus, cap. XIV: ver. 25).
Surfando as ondas...
Ondas grandes, ora menores, no mar revolto da existência a busca
de milagres, dependendo do perfazer na manufatura do existir das almas
que vivenciam o cinzelar do bloco sem silhueta, rabiscando o line
Delineando as medidas...
Redescobrindo formas arquitetadas e concebidas, atentos
Para não perder o bloco, maldizendo a temporada de ondas bravias
Surfadas pela vida a fora... Amados, burilemos o artefato rústico,
Dando-lhe feitio. Plaina e lixa, instrumentos instituídos
configurados nas ondas do existir, somos surfistas!
Assim viveram pescadores de almas, dropando maremotos
E marouços! Suforme e prumo: Boa Vontade e Renúncia,
Nos blocos da obediência e tolerância, lixemos e aplainemos
A reverente fé, catalisando a aura na abrangência do AMOR.
Condensemos virtudes, manipulando-as na submissão, aremos
E semeemos a seara do pastor que volitou nas ondas, Jesus surfou!
Seu amor à humanidade impulsionou a capacidade de identificar
Fraquezas
Ao próximo tantas vezes distante, outros amaram como ele Amou!
Surfaram em pélagos agitados pelo desdouro de nossos atos,
e ainda hoje, sem compaixão no conviver errante, desenfreados
E insurrecionados procedemos no egoísmo, que nos antepara
De chegar à praia, num flooter desejado, e dropar a Fraternidade
Edificada nos viveres que nos regenera o ter, sem ser.
Fazer o Bem, catalisa a alma se esculpirmos o bloco na Perseverança,
imprimindo no mesmo a marca da esperança de um mundo melhor,
Produz no ser AMOR ao próximo e bem-aventurança vence campeonatos
Como a Casa do Bem. Orgulha os Mestres patrocinadores da boa obra
Quem nesta nova era encaminhar surfistas dependentes de suas ondas...
Inúmeras são as ações da Casa do Bem.
No dia 6 de novembro estaremos lançando Letras e Imagens do Bem - Vol 4, 35
autores, escritores e 2 fotógrafos, O livro é uma edição anual, reunindo
textos e fotos que levam aos leitores as mensagens do bem. A idéia é
divulgar a cultura da paz e do bem através da literatura. A renda da venda é
revertida para as ações humanitárias da Casa do Bem. adquiridos pela
internet, pedidos:
emalisdobem@gmail.com, ao preço
de 20 reais com depósito feito através da conta da Casa do Bem: Banco do
Brasil: - 26847-X Agência 1668-3 aproveite essa oportunidade de exercitar a
solidariedade, é tempo de começar as boas obras!.
Em um de seus versos o poeta Fagundes Varela diz: «A pessoa que não praticou
o bem durante a vida, não viveu. É uma árvore seca».