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AGENDA CULTURAL

João Galante sings - «Jazz'n'Blues a la carte»

Trinta anos depois das primeiras incursões nas grandes músicas do outro lado do Atlântico, numa espécie de tributo a todas as suas influências, em «jazz’n’blues a la carte», o pianista e compositor João Galante revisita com carisma e paixão os eternos temas de Memphis Slim a Bill Withers, de A. Jarreau a H. Connick Jr. num espectáculo de piano e voz, a solo ou em trio, vibrante e inesquecível.

Página de Michael Ginobili - Califórnia Filmes compra filme sobre Anderson Silva; Gigantes de Aço; «O Símbolo Perdido» prestes a contratar diretor; Ultimo filme de River Phoenix será lançado 19 anos após sua morte

Mais silêncio mais sombra - António Ramos Rosa - in Prosas seguidas de Diálogos- Edição 4 Aguas

Imperceptiblement du jeu se produit dans le système, quelque chose bouge, la vie change. Le système n’est pas omnipotent, nous changeons en lui, malgré lui. Et qui sait ce que nous serons demain?
Mikel Dufrenne, Subversion

Exposição de Pintura de Luís Athouguia

O CLUBE LITERARIO DO PORTO inaugura no dia 17 de Janeiro uma importante exposição de Pintura de Luís Athouguia intitulada «Atmosferas e Fábulas».

O Barão - Novo filme de Edgar Pêra

O novo filme de Edgar Pêra adapta Branquinho da Fonseca em tom de falso filme de terror expressionista. História de um «filme extraordinário» assinado por um cineasta que não consegue deixar de brincar com a forma mesmo quando conta uma história.
«Há uma frase do Slavoj Zizek em que ele diz que, com o «Eles Vivem!» do John Carpenter, aprendemos a ver a ditadura na democracia, com aqueles óculos escuros. «O Barão» é um bocado ver até onde é que vão esses limites. Só que sem óculos. é um filme 2D.»

Página de Michael Ginobili - Atividade Paranormal 3 ; Entre Segredos e Mentiras; Remake de «O Grande Dragão Branco» será filmado no Rio de Janeiro

Novo ano - Hoje é o último dia do ano 2011.

Que me lembre, no cinema contemporâneo, não há nenhuma sequência tão paradigmática da festa de final de ano como em «Strange Days» de Catherine Bigelow.
Este filme foi realizado em 1995 e tornou-se rapidamente num filme de culto de ficção científica ciberpunk.
Relembro particularmente esta película porque os seus últimos três minutos centram-se na festa popular de boas vindas ao ano 2000, em plena Time Square de Nova Iorque.

Página de Michael Ginobili - Guerra dos Sexos; Operação Presente; Os Especialistas; Os Nomes do Amor; Sharon Stone em cinebiografia da atriz de «Garganta Profunda»


 

CONTOS

A Estrada - Conto de Ray Bradbury e Biografia

Biografia de Ray Bradbury
Ray Bradbury, romancista, contista, ensaísta, dramaturgo, argumentista e poeta, nasceu em Waukegan, Illinois, EUA, em 22 de Agosto de 1920, terceiro filho de Leonard Spaulding Bradbury e Esther Marie Mauberg Bradbury.

A GATINHA GARFILDA - Conto Infantil de Cremilde Vieira da Cruz

A Garfilda é uma gatinha selvagem que, depois de deambular pelas ruas, triste, cheia de fome e frio, teve a sorte de encontrar a Paula, uma menina que gosta muito de animais e não gosta de vê-los sofrer.

A OVELHINHA MANHOSA - Conto Infantil de Cremilde Vieira da Cruz

Estava um dia de sol e a Cabrinha Saltarica não queria perder nem uma réstia. Como não gostava de estar quieta, andava a saltaricar sobre as pedras e viu a Ovelhinha Manhosa que fugia assustada. Com curiosidade, perguntou-lhe:

O Príncipe de Ofiúco - Novela de Arlete Piedade - Capítulo VIII – Noivado

No dia seguinte, teve lugar a festa de noivado, perante a assembleia numerosa de amigos e entidades oficiais, convidadas pelo rei Kristian, para celebrar a união de sua filha Sua Alteza Falita de Wrontam, com O Príncipe Youssef Fireman da Terra.

Um conto de Edvaldo Rosa - Histórias Ocultas no Silêncio das Coisas...

Desde sempre, tive uma fixação pelas minhas mãos e pés. Por meio deles senti o mundo, vivi a vida, da forma que pude.
Através das mãos tocava em tudo, sentindo a natureza de cada coisa, e as particularidades de cada uma.
Meus pés, sempre me sustentaram nesta vida, sentindo em si o peso dos anos pelos quais passamos juntos, e sempre me encaminhando por caminhos estranhos e diferentes...

Conto: Um natal com a avó - Por Gociante Patissa

Velha-Mbali encontrava-se a repousar no cadeirão da varanda desde a sua chegada. Confundiam-se, no bocejar, os solavancos da viagem e os restos do sono de quem madrugou para apanhar o primeiro autocarro intermunicipal da SGO. As pausas prolongadas e a economia de palavras eram parte da recuperação do efeito dos vómitos. A anciã teve o incómodo já previsível de usar saco plástico para lançar, foram três vezes nesta viagem de setenta quilómetros para ser mais preciso, uma fatalidade que decerto não será digerida nesta encarnação.

O Estacionamento - Conto por Arlete Piedade

A mulher saiu mecanicamente da estrada, entrando para o parque de estacionamento do hipermercado, de uma forma tão igual a todos os dias, que quem andasse por acaso a vigiá-la... - que ideia...quem se importaria com os locais sempre iguais e monótonos que aquela mulher já de idade madura, frequentava? - mas se por acaso esse alguém existisse...diria que um pensamento fixo, quase obsessivo, guiava os seus passos....ou melhor dizendo...rodas...do seu carro, sempre para aquele mesmo lugar do estacionamento - sempre o mesmo - do hipermercado - sempre o mesmo hipermercado - que todos os dias visitava.

O Véio - Conto em «caipirês» por Antônio Carlos Affonso dos Santos (ACAS)

Eu tava bão inté aquela hora. Inda intentei chamá minha fia, mais ela num mi iscuitô. Inté pensei que podia pelejá co´as dô, passano um café forte ô um chazim de capim santo.
Mais a dô num passava. Era uma dô no peito que só veno. Inda agorinha ela mi bateu nas paqüera! Num pudia nem respirá. Oiei nu patacão pindurado adetrais da porta. Era duas hora da madrugada.

Conto de Cremilde Vieira da Cruz - Avómi - A CORRIDA DA BARATA E DO CARACOL

Certo dia, logo ao romper da manhã, uma Barata começou o seu passeio no jardim. Ainda estava um pouco escuro e ela andava às apalpadelas, porque não via bem; passava sobre uma flor, na terra fria, subia uma parede, voltava a descer...

O conquistador da aldeia - Conto de Virgínia Teixeira

Ele tinha calças finamente cortadas na modista da aldeiazinha. A camisa, desabotoada ao nível do coração, deixava entrever um peito liso, duro e forte. O sorriso matreiro denunciava-lhe a condição, sem afastar as meninas. Tinha aquele jeito tão retratado nos livros, o jeito de homem vazio, dotado de um dom único de tornar cativa qualquer uma que o sentisse por perto. Mais do que nos livros, o seu encanto espalhava-se pelas ruas como um perfume ordinário que, apesar de tudo, todas queriam salpicar no corpo.

 

 


 

 

 
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