O projecto Sintra em Ruínas é uma iniciativa cívica de Filipe de Fiúza,
poeta e engenheiro civil natural de Sintra. O objectivo principal do
projecto é dar relevo social através da Internet a todo o património
sintrense em mau estado de conservação procurando ao mesmo tempo registar,
organizar, mapear e propor informalmente algumas medidas de recuperação
desse património.
Sintra não é apenas o centro histórico e a serra com seus resplandecentes
monumentos, por isso dá-se importância a todo o património de Sintra, seja
urbano, rural, histórico, público, privado, enorme ou minúsculo, seja
material, imaterial, poético ou banal.
Todos os direitos são respeitados, porém se alguém ou alguma entidade se vir
atentado nos seus direitos e do seu património, agradece-se que reclame para
o endereço electrónico do projecto.
Este projecto espera contar com o contributo de todos os interessados em
construir um lugar onde as ruínas tenham a visibilidade merecida pelo que
aceitam-se contributos diversos como novos registos fotográficos, sugestões
de locais com ruínas, indicações e histórias sobre as ruínas de Sintra ou
outras informações.
Um exemplo de degradação não só do património edificado como da cultura em
Sintra. Construído na década de 40 do século XX, o Sintra Cinema foi um
lugar de culto para os amantes das artes teatrais, cinematográficas e
performativas durante a segunda metade do século passado.
Biografia de Filipe de Fiúza
Filipe de Fiúza nasceu em Sintra a 14 de Julho de 1983 onde passou grande
parte da sua infância, local onde pressente ser poeta. Toda a envolvência
encantada dos lugares serranos e oceânicos inspiram-lhe experiências
poéticas levando-o a descobrir a verdade de um ser perdido, precipitadamente
perdido.
Da perdição surgiu, entre a ciência e a arte, durante os seus estudos em
engenharia civil e a sua leitura frequente das obras de Rainer Maria Rilke,
Isidore Ducasse, Friedrich Holderlin, Fernando Pessoa, Ruy Belo, entre
outros, uma crescente compaixão pela humanidade.
Em 2003, ao permanecer alguns dias na Casa de Saúde Mental do Telhal na
função de voluntário pelos Irmãos de São João de Deus, conhece o poeta
António Gancho, com quem trava amizade.
A sua primeira obra poética é Beliula - Versus Diarium publicada em 2008. Em
2010 lança Angusti Folia - Versus Diarium, o seu segundo trabalho na
sequência da poesia diária sendo ambas as primeiras edições de autor. As
segundas edições destas obras têm a chancela Vírgula.
O jovem poeta filantropo representa Portugal na UniVerse - a United Nations
of Poetry, integra o Movimento Poetas do Mundo e é membro da W.P.S. - World
Poets Society. A sua obra foi apresentada no 1º Encontro Literário de Sintra
(2009) promovido pela Associação Cultural Alagamares. Participou por
intermédio da livraria Sítio do Livro nas 80ª e 81ª Feiras do Livro de
Lisboa.
No momento trabalha na criação de vários trabalhos poéticos de autor,
traduções e antologias.
Obras Publicadas
Beliula - Versus Diarium, 1ª edição, 2008, Edição de Autor, Lisboa
Angusti Folia - Versus Diarium, 1ª edição, 2010, Edição de Autor, Lisboa
Beliula - Versus Diarium, 2ª edição, 2010, Edição Vírgula, Lisboa
Angusti Folia - Versus Diarium, 2ª edição, 2010, Edição Vírgula, Lisboa