EDIÇAO Nº71 , 4º NUMERO DE MAIO DE 2010 EDIÇAO Nº71, 4º NUMERO DE MAIO DE 2010 EDIÇAO Nº71, 4º NUMERO DE MAIO DE 2010 EDIÇAO Nº71, 4º NUMERO DE MAIO DE 2010 COMENTARIOS GERAIS COMENTARIOS TEXTO A TEXTO NO FINAL DE CADA ARTIGO. COMENTE ! QUEREMOS OUVIR A SUA VOZ. VEJA O NOSSO LIVRO DE VISITAS. LINKS E SITES Passe o rato para parar o scroll OS NOSSOS FAVORITOS Passe o rato para parar o scroll OS MELHORES BLOGS Passe o rato para parar o scroll MANTENHA O NOSSO JORNAL SEMPRE INDEPENDENTE - Blog Um - Blog Dois - Blog Tres - Blog Quatro - Siga o seu noticiário dia a dia.
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AGENDA CULTURAL
Mother: Papel de mãe - Por Afonso Santana
O Filme do director sul-coreano Bong Joon-ho trata da relação conflituosa entre mãe e filho e o esforço dela para protegê-lo das armadilhas para as quais ambos não estão preparados. A sensação que se tem depois de assistir «Mother – A Busca pela Verdade», do sul-coreano Bong Joon-Ho, é que seu domínio da linguagem cinematográfica lhe permite iniciar e encerrar o seu filme com alegorias.
Um sonho possível - Michael Ginobili - Autocinetrip
O título original de Um Sonho Possível pode ser traduzido como “O Lado Cego”, em uma alusão ao posicionamento do personagem principal quando participa de um jogo de futebol americano, protegendo o lado cego do lançador. O livro que inspirou o roteiro conta a mudança da importância dessa posição no esporte e a jornada de Michael Oher, de desabrigado até astro esportivo. O filme foca-se apenas na segunda parte, deixando o futebol americano funcionara apenas como cenário e não como tema. Graças a isso, a produção tem um apelo mais global.
CONTOS
A rendição - Conto por Roberto Kusiak - Parte I
Eu fiz uma aposta, uma aposta muito alta com o destino. Sinto que estou perdendo e que é preciso urgentemente virar esse jogo. Todos os dias eu tento tirar as pedras que estão no caminho. E a cada caminho novo que traço, mais pedras vão aparecendo. Pois é, a vida não é uma merda, nós é que defecamos no lugar errado, ou não.
VOZES - Conto de Liliana Josué
Sinto o fumo da estupidez à minha volta. Tem um cheiro intenso a mesquinho; qualquer coisa insuportável. Sento-me num banco de tampo forrado a oleado amarelo e branco, da ampla cozinha desolada e fria, assim como eu. A máquina lava a roupa pachorrenta num gesto teatral de infinitude.
A solenidade do buraco - Reflexão de Michel Crayon
O mirone, termo depreciativo normalmente utilizado para quem gosta de ver, não forçosamente porque não gosta de fazer, mas a maior parte das vezes porque não tem mais nada que fazer, é um fenómeno que tem sido referido ao longo da literatura e mesmo na filosofia: Jean Paul Sartre por exemplo utilizou o sistema (mironês) para dizer que não se pode ser espectador e actor ao mesmo tempo, questão que eu acho discutível mas que não vou aqui discutir.