Pagª 26 - EDIÇAO NºXXXV , IVº NUMERO  DE AGOSTO DE 2009 - COMENTARIOS

Direcção Interina: Daniel Teixeira. Chefe de Redacção: Arlete Piedade. Relações Publicas: Alexandra Figueiredo. Educação e Cultura: Arlete Deretti Fernandes. Consultor Africa: João P. Correia Furtado.         

 

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INTERNET INSTITUCIONAL - PORTUGAL BEM COLOCADO NA UE

Relatório da UE diz que Portugal é Um dos Líderes em eBusiness, eCommerce, eGovernment para Empresas

De acordo com o relatório da Comissão Europeia sobre iniciativa i2010 para a Sociedade da Informação relativo a 2008, recentemente publicado, Portugal tem uma das melhores posições na União Europeia (UE) em Negócio Electrónico (eBusiness) e em Comércio Electrónico (eCommerce), integrando o grupo de 5 países da UE que, tendo em conta a totalidade dos 10 indicadores considerados para estas áreas, estão nas melhores situações, o qual, além de Portugal, inclui a Bélgica, a Dinamarca, a Holanda e a �ustria.

Em 6 dos 7 indicadores considerados para o Negócio Electrónico (eBusiness) os valores para Portugal são superiores aos da média da UE, e em 3 dos indicadores alcançam mesmo a 2ª ou 3ª melhor posição em toda a UE:

Troca automática de documentos de negócio com clientes ou fornecedores (Portugal=39%; UE =25%; 2º na UE);
Partilha electrónica de informação com clientes/fornecedores na gestão da cadeia de valor (Portugal=31%; UE =16%; 2º na UE);
Utilização de aplicações para os empregados acederem a serviços de Recursos Humanos (Portugal=21%; UE =11%; 3º na UE);
Utilização de aplicações para integração dos processos de negócio internos em todas as empresas (Portugal=53%; UE =41%; 7º na UE);
Utilização de aplicações para integração dos processos de negócio internos nas grandes empresas (Portugal=82%; UE =70%; 8º na UE);
Emissão/recepção de facturas electrónicas (Portugal=24%; UE =21%; 11º na UE);
Utilização de gestão analítica de relações com o cliente (Portugal=16%; UE =17%; 11º na UE).

Também em 2 dos 3 indicadores considerados para o Comércio Electrónico (eCommerce), os valores para Portugal são iguais ou superiores aos da média da UE:

Percentagem das empresas a venderem online (Portugal=19%; UE =16%; 7º na UE);
Comércio electrónico como percentagem do volume total de negócios das empresas (Portugal=12%; UE =12%; 10º na UE);
Percentagem das empresas a comprarem online (Portugal=20%; UE =28%; 11º na UE).

O relatório da iniciativa i2010 relativo a 2008 agora publicado pela Comissão Europeia também destaca a posição liderante de Portugal em Administração Pública Electrónica (eGovernment), em particular no que respeita a empresas, em que apresenta em todos os 4 indicadores considerados valores superiores à média da e alcança o 1º lugar num deles, ficando no conjunto desses indicadores em 2º lugar na UE ex-aequo com a Irlanda:

Percentagem dos serviços públicos básicos para empresas completamente disponíveis online (Portugal=100%; UE =72%; 1º na UE);
Percentagem de empresas utilizando serviços de administração pública electrónica para entrega de formulários preenchidos (Portugal=68%; UE =50%; 6º na UE);
das quais para submeter propostas em sistemas de compras públicas (eProcurement) (Portugal=14%; UE =9%; 4º na UE);
Percentagem de empresas que utilizam serviços de administração pública electrónica(Portugal=75%; UE =68%; 14º na UE).

O Relatório da Comissão Europeia também destaca a prioridade dada em Portugal ao aumento da capacidade de TIC para a comunidade científica (eScience) e para as escolas e estudantes do ensino básico e secundário, incluindo o desenvolvimento de uma rede de investigação e ensino de elevado desempenho, bibliotecas científicas digitais (incluindo a disponibilização de acesso online a publicações científicas pelas instituições de investigação e do ensino superior), repositórios científicos de acesso aberto e Computação Grid, e no que respeita a escolas do ensino básico e secundário o facto de todas as escolas públicas do 1º ao 2º ano estarem ligadas em banda larga desde Janeiro de 2006, e os programas pioneiros de facilitação da aquisição de computadores portáteis com ligações em banda larga pelos alunos.

O Relatório mostra que Portugal integra o grupo dos 6 países mais avançados na utilização de banda larga móvel pela população, dado que se posiciona em 5º lugar na UE, ex-aequo com a Holanda, no conjunto dos dois indicadores considerados: percentagem da população que usa banda larga móvel para aceder à Internet através de telemóvel UMTS/3G (7º lugar na UE) e percentagem da população que usa computadores portáteis para aceder à Internet em banda larga via ligação sem fios fora de casa ou do trabalho (8º lugar na UE).

Na velocidade de banda larga fixa, Portugal ocupa o 3º lugar na UE na percentagem das ligações com velocidades superiores a 2 Mbps (Portugal=85%, UE=63%). Segundo dados da Comissão Europeia relativos a 2º trimestre de 2008, Portugal estava em 5º lugar nos 27 países da UE na penetração da banda larga superior ou igual a 10 Mbps na população (3,3%) e em 8º lugar na penetração da banda larga superior ou igual a 2 Mbps na população (15%).

Este relatório aponta níveis baixos de utilização regular da Internet pela população (Portugal=38%, UE=56%) que, como sabemos, estão relacionados com a muito baixa percentagem da população adulta que tem educação secundária em Portugal (a mais baixa dos 27 países da UE), sendo que a posição de Portugal no que toca a utilização da Internet por pessoas com educação secundária e não superior (87%) e com educação superior (91%) é das melhores na UE, acima das médias da UE (respectivamente, 67% e 89%), e o mesmo acontece para a utilização da Internet por estudantes (Portugal=97%, UE=94%), muito acima do que seria de esperar pelas características socioeconómicas do país.  

 

 

 

 



APADRINHE UM ANIMAL SELVAGEM

Apadrinhamento de Animais Selvagens  

A Quercus está a desenvolver uma campanha de apadrinhamento de animais selvagens que se encontram a recuperar nos três centros de recuperação que gere:
- Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagens de Castelo Branco (CERAS);
- Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto (CRASM);
- Centro de Recuperação de Animais Selvagens de St. André (CRASSA).  

 

O que é um centro de recuperação? 

É um hospital de fauna selvagem cujo objectivo principal é a recepção de animais selvagens debilitados, sua recuperação e devolução ao meio natural.

Os centros de recuperação da Quercus são mantidos em funcionamento com a ajuda sobretudo de voluntários que contribuem com o seu trabalho e boa vontade.

O trabalho nestes centros exige das pessoas que o realizam com um nível de compromisso muito elevado, e a manutenção dos animais no centro durante a sua recuperação é um processo que tem custos elevados.

É com a ajuda dos padrinhos e, com o seu contributo, que podemos realizar o nosso trabalho de uma forma mais eficiente, com mais e melhores meios.

O que é o apadrinhamento? 

O apadrinhamento de um animal é uma forma original de conhecer e colaborar na preservação de diferentes espécies de fauna selvagem. O padrinho torna-se desta forma um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal.

Pode apadrinhar um animal através de uma contribuição financeira, basta para isso entrar em contacto com cada um dos centros de recuperação.


O que recebem os padrinhos em troca?
Um certificado de apadrinhamento
Informação da evolução da recuperação do seu animal
Poderá assistir à sua libertação quando chegar a altura de o devolver ao meio natural.
Uma fotografia do seu afilhado.

Faça o Download da Ficha de Apadrinhamento Aqui.